O cantor Quim Barreiros voltou a rubricar um espetáculo memorável no arraial popular no renovado Páteo de St.º António, na Figueira da Foz, perante uma multidão que vibrou com a sua chegada. Estes festejos fazem parte da cidade, já são um momento de cidadania, que junta gente jovem e mais adulta, pais e filhos e que marcam sempre este arraial tradicionalmente promovido pela Misericórdia – Obra da Figueira.
Como habitualmente, cumpriu-se a tradição dos Festejos em Honra de Santo António, na Figueira da Foz, que iniciaram o programa com as Trezenas, na Igreja de Santo António.
É uma festa popular muito antiga que se celebrou sempre no Páteo de Santo António e que outrora, como diz o Padre Carlos Noronha, Capelão da instituição, citando excertos do livro da autoria de António Santos Silva, “Santo António é Padroeiro do Concelho da Figueira da Foz desde 1776” e, segundo explica, “não se conhece documento que revogue esta deliberação. Portanto, Santo António continua a ser o Padroeiro/Protetor deste concelho, enquanto S. Julião é apenas o orago da freguesia de S. Julião”.
Por tudo isto e apesar do forte calor que se fez sentir, nada estragou a noite nem o arraial, que se iniciou a partir da 20h00, mas uma hora antes, a fila das pessoas para a sardinhada e outros petiscos, era enorme e continuou pela noite dentro, não dando descanso às dezenas de colaboradores da Instituição que tudo fizeram para que o arraial fosse um êxito.
Assim, a animação musical (para dançar) começou com o duo musical «Musica Key Love» e cerca das 22h45 subiu ao palco Quim Barreiros. Era o momento mais aguardado da noite e o artista e a sua banda não defraudou as expectativas
O Quim Barreiros é sempre o momento mais desejado e a multidão não se cansa de ouvir, como ele diz, “os novos temas musicais do seu repertório”, entre eles: A Cabritinha; A Garagem da Vizinha; Mestre Culinária; O Sarapanta; Bacalhau; O Melhor Dia para Casa, e tantos outros êxitos do cantor.
As festividades concluíram-se no sábado, Dia de Santo António (13 de junho), com a missa comemorativa alusiva ao Padroeiro da Misericórdia – Obra da Figueira, que manteve igualmente a distribuição gratuita e simbólica de pães e cravos, um momento que evoca a generosidade de Santo António e que é repetido diariamente por esta Instituição figueirense de solidariedade social para com os mais desprotegidos





