A estrutura que constitui um dos marcos significativos da modernidade do Ginásio Clube Figueirense, o conhecido Centro Náutico localizado na Fontela, passou a ostentar, desde o passado dia 22, o nome de Joaquim de Sousa, figura determinante nas últimas décadas na vida da secular instituição.
Não obstante as debilidades resultantes do fatalismo biológico, que não deixa ninguém imune, o homenageado marcou presença no seu estilo vibrante e de liderança, aliás, suficientemente conhecido de todos os que com ele partilharam a direção de diversas instituições figueirenses e que são, nomeadamente, para além do Ginásio, a Assembleia Figueirense, e a Misericórdia-Obra da Figueira.
Estes aspetos foram salientados tanto por José Tomé (presidente da Assembleia Geral),com ainda por Ana Rolo (presidente da Direção), e o presidente da Câmara Municipal, Santana Lopes.
E se os primeiros centraram, naturalmente, as suas intervenções no aspeto pessoal, ou institucional, já o presidente do executivo municipal envolveu a figura de Joaquim de Sousa nas diversas componentes cívicas que o ligam ao cerne da vivência associativa figueirense, realçando o calor e fervor da assertividade que envolvem os seus projetos, e que, no caso do relacionamento com o município, apesar de nem sempre serem concordantes, foram, todavia, colaborantes e nunca conflituantes.
O momento que foi vivido no passado domingo, o Centro Náutico da Fontela agora denominado Joaquim de Sousa, permitiu, para além de um inquestionável momento de reconhecimento, também um singular e expressivo convívio de associados e amigos, tendo o ato principal do acontecimento sido materializado com o descerramento de uma placa, momento que decorreu ao som do hino do Ginásio e complementado com o “Vai d’Arrinca”, essa autêntica palavra de ordem que ganha sentida e incomensurável dimensão na voz dessa legenda viva ginasista que é José Sopas.

